Paisagens x Postes

Fiquei um tanto decepcionada nesse fim de semana. Essa foto abaixo (região do centro de SP) eu tirei  tentando fotografar algo que com certeza era mais bonito.

E revendo as várias fotos que poderiam ter saído legais, percebi que em todas sempre havia um emaranhado de fios e postes como “decoração”. Quase impossível achar um ângulo onde eles não apareçam. É, não foi dessa vez…  

Será que essa poluição visual não deveria entrar na Lei Cidade Limpa de 2007???? Afinal, elas poluem tanto quanto placas, letreiros e faixas! 

Por falar nisso, a Rua Oscar Freire ficou ótima. Se bem que o investimento para embutir toda a fiação teve que sair dos próprios lojistas….

Bem, enquanto a prefeitura não faz nada .. o Photoshop vai fazendo …  

 

Anúncios

Aproveitando a luz natural

 

Podemos aproveitar a luz natural para obtermos alguns efeitos, só é preciso locais com uma grande porta ou janela para receber a luz solar.
Essa iluminação pode ser direta, ou indireta, dependendo do efeito que você procura!!!

Portfólio

A Luz aos nossos olhos….como uma câmera fotográfica

A luz é a energia que se propaga através de ondas eletromagnéticas, cujas freqüências sensibilizam nossos olhos.

Quando todos os comprimentos dessa onda (400 a 700) atingem simultaneamente os nossos olhos, temos apenas uma percepção de luminosidade (a intensidade).
Mas e o olho humano?? Como pode ele absorver a luz refletida e nos transmitir essa leitura?
O olho humano tem os mesmos princípios que uma máquina fotográfica. E o cérebro tem a função de reprojetar a imagem obtida pelo olho humano, fornecendo a visão real do objeto.
A coróide possui células pigmentadas responsáveis pela coloração dos nossos olhos.
Comparando a máquina fotográfica, a coróide faz o papel da câmera obscura, que absorve o excesso de luz que possa entrar na máquina através do seu diafragma (correspondente a pupila do olho).
E na porção anterior do globo, através da córnea, transparente e que funciona como um filtro que proteger a lente, pode-se ver uma área circular da coróide, que nesse ponto é mais fina e recebe o nome de íris. No centro da íris há um orifício circular – a pupila, com capacidade de aumentar ou diminuir seu diâmetro, regulando assim a quantidade de luz que penetra nos olhos, é como o diafragma da máquina fotográfica.
O cristalino, corpo em forma de lente biconvexa fica situado logo atrás da íris e da pupila, e o espaço que fica entre o cristalino e o fundo do olho é preenchido por um material gelatinoso e transparente chamado humor vítrio; e entre a córnea e a íris se situa o humor aquoso, ambos responsáveis pela refração de luz e se comportam como uma única lente convergente, que produz do objeto observado uma imagem real, invertida e reduzida; que será nítida quando recair sobre a retina.
Porém, quando o objeto se aproxima do olho, os músculos ciliares comprimem o cristalino, diminuindo o raio de curvatura de suas faces, ocasionando uma diminuição na distância focal, ou seja, haverá uma distância do objeto ao olho ainda permitindo uma visão nítida.
A luz penetra nos olhos, atravessa todos os seus segmentos e deve projetar-se na retina, precisamente na macula lútea (situado no fundo do olho -onde a imagem será projetada pelo cristalino, funciona como o filme da máquina). Nesse ponto a, a luz atravessa toda a estrutura da retina e vai se refletir na camada pigmentada (última camada da retina e que a separa da coróide). Só então, ela irrita os cones e bastonetes, responsáveis pela distinção das cores, que desenvolvem um impulso nervoso (potencial de ação).
O impulso nervoso que leva ao cérebro as impressões provocadas pelas radiações luminosas é rigorosamente processado ou analisado nos centros da visão e de associação de dados do córtex cerebral.
Disso resulta a noção de visão e a interpretação da imagem dentro de certa lógica. Às vezes, os dados que chegam ao cérebro tornam-se difíceis de serem analisados e, nessa condição, o indivíduo tem as chamadas “ilusões de óptica”

Já andou na sua rua hoje ?

O tempo do Paulistano esta cada vez mais escasso e andar pelas ruas de São Paulo pode soar como algo fora do normal, estranho… É fato que o barulho e as calçadas não ajudam muito, mas é também fato que nos esquecemos que fazer aquele percurso até a padaria a pé pode ser muito mais interessante e menos estressante do que de carro.

Felizmente ainda restam alguns lugares curiosos, esculturas e paisagens que nem notamos quando estamos enclausurados prestando atenção no trânsito.

Vale a pena criar essa oportunidade e fazer algo diferente, caminhar e aproveitar para bater umas fotos (vale até celular com câmera) do que esta escondido nesse emaranhado de prédios monocromáticos.

Não é a toa que muitos fotógrafos realizam trabalhos de fotografia sobre a cidade, e hoje São Paulo tornou-se um centro de fotografia, com inúmeras agências, galerias e exposições.

Você poderá se surpreender com que São Paulo oferece.

O Poder da Imagem

Efeito Visual

NÃO IMPORTA MAIS O NOME, A IMAGEM PEGOU!!!

Para compreender o fenômeno da percepção, é importante considerar os fatores de estímulo e os fatores pessoais.
O que melhor aplica essa idéia é a psicologia gestáltica, conhecida como psicologia das formas.
Seus estudos procuravam entender como se davam os fenômenos perceptuais, tendo se utilizado em grande parte deles, das obras de arte.

Para abordar mais sobre esse tema recomendo o site da Apogee Photo Magazine (http://www.apogeephoto.com/). Esse site americano, fundado por um grupo de professores de fotografia, traz artigos técnicos para quem deseja aprimorar suas imagens e todos que apreciadores desta arte e que queiram entender os elementos da construção de uma boa foto.

O movimento Gestáltico surge na Alemanha por volta de 1910-1912 quando alguns pesquisadores alemães começaram a estudar os fenômenos perceptuais humos, especialmente a visão. Seus fundadores Max Wertheimer (1881-1943), Kurt kaffka (1886-1941) e Wolfgang Köhler 91887-1967) criaram as Leis da Gestalt relativas à percepção humana, que até hoje se mantêm.

Esse meio é determinante para a geração de estímulos e pode despertar, com maior ou menor intensidade, a atenção do espectador a partir de inúmeras maneiras. É desta forma que se constrói o papel da Gestalt: o manipulador não detém total controle sobre a resposta aos estímulos e, por isso, deve atentar à subjetividade de seu público.

· O equilíbrio na composição da foto
· A importância do enquadramento
· Isometria das formas
· Espaço Positivo, Espaço Negativo e Moldura,

Esses conceitos são conhecidos por desenhistas e pintores, afetam o modo como percebemos as imagens; mas são pouco estudados pelos fotógrafos.

Vale a pena ler: